Checklist ~ Segundo semestre de 2013

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Esse tipo de postagem é para falar das mídias (games, animes, mangás, livros, seriados, filmes, etc) que assisti/li durante um certo período, e de forma resumida, lançar uma opinião rápida sobre elas. Alguns devo citar brevemente pois já citei anteriormente ou devo fazer uma postagem mais detalhada para falar um pouco mais (Caso do Gifuu Doudou que já foi citado antes e reaparece aqui por exemplo). Also, vou tentar me segurar para não spoilar, mas alguma coisa ainda vai escapar, então não diga que não avisei.

Animes

Fate Kaleid Liner Prisma Illya

Falei ligeiramente dele quando conversava sobre Gifuu Doudou numa postagem passada. Eu não sei PRA QUÊ estava perdendo tempo com isso. Esse anime se passa num universo paralelo, onde os pais da Illya estão vivos e tudo vive na santa paz. Junto com esse plot pacifico a primeira vista, a mudança mais gritante é o traço: o Shirou e a Tosaka ficaram com um traço mais moe do que era, e a família Illyasviel, que é cheia de meninas quase albinas (até a governanta), chamam muita atenção no character design desse anime.

Voltando para a estória, a Illya que roubou o trabalho da Sakura tem que coletar cartas de classes que podem ser ativadas e fornecer poderes mágicos para enfrentar as outras cartas and shit, Card Captor Sakura bem na minha frente. Como a exceção de que ela divide o trabalho com a Miyu, sua parceira.

O anime parece ser feito para ser fanservice moe. Os personagens do Stay Night estão ridiculamente infantis como citei lá em cima. Shirou não faz nada e nem serve pra nada, só colocaram ele para dizer que aparece no anime porque o foco é a Illya. Tem um certo episódio que foi meio tenso de assistir: Illya faz a Miyu vestida de empregadinha ir na casa dela. No final, ela poem a menina de quatro na cama e da umas pinadas nela, sugerindo isso ai mesmo que você pensou. Agora me diz, esse anime foi ou não feito pelo fanservice? E vai ter segunda temporada, para piorar...

Gifuu Doudou: Kanetsugu to Keiji

Terminou recentemente a temporada do Gifuu Doudou. Falei que estava nessa vibe em outra postagem aqui, e preciso citar para dizer o que achei quando terminou.

A coisa desandou um pouco depois que começou o cerco de Odawara... As batalhas foram muito resumidas e se focou demais no Kanetsugu e nesse maldito Bodisatva, deixando o pobre Keiji de lado. Não que isso fosse algo ruim, mas essa ordem anacrônica de abordar os fatos está deixando tudo muito confuso. Queria ter acesso ao mangá completo já que um passarinho me contou que vai rolar uma segunda temporada do anime, mas os scanlators americanos só traduziram até a parte que acaba o flashback do Higushi Yoroku/Kanetsugu jovem. Não sei porque droparam o interesse do mangá. Deviam continuar, já que está popular ao ponto de ter um anuncio de uma segunda temporada.

E imo, achei o ultimo episódio melhor do que os anteriores. Really. Takeda vs Uesugi, como deveria ser.

Shingeki no Kyogin

Não lembro direito quando a temporada acabou, se foi setembro ou novembro. É outra anime que citei em uma postagem anterior  e acompanhei até o final. E também pelo que folhei do mangá, o anime tem sido 100% fiel. Aliás, também assisti os especiais do blu ray e ovas.

Bem, ele tem seguido o ritmo do mangá, e conforme a estória tem avançado venho achando que a coisa está bem melhor que no começo. As expedições com lutas de titãs tem satisfeito meu desejo de ação, assim como as cenas de drama recorrentes. Sinto que tudo tem fluido bem e o mistério que pairou no ar está ficando cada vez mais envolvente. Facilmente esse poderia ser o melhor anime do semestre para mim se o Eren não fosse um merdinha (apesar de o dublador dele ser o mesmo do Hope Estheim no FFXIII. Mas ele também dubla o Johnny Joestar em Jojo, que detesto. Removi todas as chances de gostar dele de qualquer maneira...).

Lupin the Third: Mine Fujiko to Iu Onna e Princesa da Brisa (Longa metragem)

O que me levou a procurar por alguma coisa de Lupin III foram algumas postagens no Tumblr do cenário soberbo da série focada na Fujiko. Até então não conhecia esse lado das coisas do Hayao Miyazaki (embora ele não tenha sido o único responsável pelas adaptações do anime e não trabalhou nos animes mais recentes da série). E para ser sincera, o anime dos anos 80 é tão bobinho quanto a adaptação do Hokuto no Ken (embora os animes oitentistas nunca percam o seu encanto por justamente serem assim).

Só que a série da Fujiko pega um tom mais sombrio, tanto mostrando a capacidade de fatal femme dela como o lado sombrio do Lupin e o seu bando. Até o Inspetor Zenigata, o "grande bonzinho" chega a ter umas noites de amor com a Fujiko e é menos lesado. Fora que o enredo não tem vergonha nenhuma de mostrar que é sombrio, o que me fez simpatizar bastante com essa versão.

Apesar de ser um filme, acho valido citar o Princesa da Brisa logo aqui. É a adaptação mais recente da série e tem uma estória que lembra um bocado os filmes do estúdio Ghibli. O forte do filme é mostrar o carisma que a gangue do Lupin possui diante as pessoas e o submundo, alem da protagonista que anda com eles o filme todo mostrar um desenvolvimento de caráter legal. Super clichê, parando pra pensar, mas muito divertido.

Peguei afeição e simpatia por essa série. Dei uma olhada rápida no TV Troopes sobre as outras adaptações, incluindo um mangá que é tão sombrio quanto a série da Fujiko. Fiquei curiosa. Se eu for à procura dessas outras coisas, acho valido citar novamente Lupin III em outra postagem.

BlazBlue: Alter Memory

Ouvi falar muito dos jogos por conta de ser muito similar ao Guilty Gear, mas diferente do mesmo possuir uma história tão solida que poderia transformar esse jogo de luta numa light novel. Quando surgiu a noticia do anuncio do anime não pensei duas vezes em começar a assistir.

Porém, foi uma completa decepção. Estória extremamente resumida e muito superficial, lutas fracas, todas as garotas querem o Ragna (nenhuma personagem feminina desse jogo me agrada... A maioria é moe demais), gerando um baita de um fanservice (principalmente no episódio o qual a Taokaka e a Rachel levam todo o mundo para tomar banho numa fonte termal com o Ragna). Recebi muitos elogios dos vilões Terumi e Relius Clover Godot, mas foi mostrado muito pouco deles durante esses 12 episódios. Sinceramente, acho que foi um anime mais voltado para a fanbase que gosta de escrever fanfics e doujins do que algo para fazer suporte ao jogo em si. Tipo como aconteceu com os animes do Devil May Cry e Sengoku Basara.

Games

Crash Bandicoot 3 Warped

Estava jogando por nostalgia, mas acaba que dropei em agosto, antes de começar minhas aulas na universidade. Já tinha terminado o game e estava no Time Trial para obter as relíquias, debloquear as fases secretas e fechar 100%. Porém, sou muito atrapalhada e acabo jogando as fases umas 10 vezes até conseguir uma. Consegui somente uma de platina até agora, a maioria das minhas relíquias são de prata. Não tenho talento para time trial...

PS: Quando jogava na minha infância nunca tive interesse em fechar o jogo 100%. Mal vencia o Neo Cortex e olhe lá...

Castlevania Portait of Ruin

Tenho uma mania feia de repetir certos jogos e não sair atrás de coisas novas. O maior exemplo disso são esses Castlevanias do NDS (PoR e o OoE). O jogo tem um visual mais anime e é muito suave comparada a atmosfera sombria dos outros jogos da série. Dá até para tirar umas risadas como no caso do Jonathan sendo seduzido pela Astarte. Não é dos meus favoritos até pelo gameplay (alternar entre dois personagens, um focado em magia e outro em ataques físicos), mas a soundtrack e cenário são lindos.

Filmes

Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito - 2005)

Não sou muito fã de romances românticos... Torço o nariz para maioria deles e acabo preferindo outro tipo de literatura. Por isso que corri de perto das coisas da Jane Austen no começo, ignorando completamente. Mais uma vez, preconceito bobo. Antes de assistir o Pride and Prejudice, vi Persuasion e gostei um bocado. Não dá para cobrar um romance meloso até por conta do período que a história se passa (Século 18, período regencial). Isso me agradou muito, até porque o romance retrata muito bem a época.

Por ser uma sociedade e costumes de uma época passada ditando o ritmo da estória, isso se torna um dos elementos que separam os personagens de ficar juntos, além dos conflitos pessoais. Apesar de tudo, o ambiente é bem charmoso, os costumes, sotaque britânico (Que adoro! Principalmente o masculino. *¬*), os cenários (Lindissimos! A casa do Darcy parece uma mistura de castelo de um príncipe encantado com um museu!), e até mesmo a tensão sexual que agoniza a gente do outro lado da tela.

Falando no Darcy, é engraçado ver a reviravolta que ele dá nesse filme, corrigindo as merdas que ele mesmo fez. E para mim que já tinha assistido o Persuasion, foi impossível não ficar comparando os dois plots, as duas protagonistas, os dois pares românticos. Aliás, não preciso spoilar, acho que o final é sempre obvio nesse tipo de estória né? De qualquer maneira fiquei interessada em ver os outros filmes e ler os livros, encontrar mais diferenças e me encantar com as estórias. Jane Austen se mostrou uma romancista excelente por essas duas mídias baseadas na obra dela que vi. Ela soube fazer bons romance com clichês do gênero romântico, mas deu um bom tempero que não te deixa entediado durante o decorrer da estória. Vale a pena falar mais sobre ela e suas estórias em uma outra ocasião por aqui.

Watchmen (2009 + HQ. Na realidade, li a HQ antes de assistir o filme)

Certamente é uma das estórias sobre super heróis mais interessantes que já li. Watchmen mostra um mundo alternativo onde a tensão pela Terceira Guerra Mundial se estende até os anos 80. O grande trunfo dos USA é o Dr. Manhattan, um super herói que aconteceu de existir acidentalmente. Ele se destaca bastante dos demais por ser o único com "poderes sobre naturais", enquanto os outros não passam de simples civis que vestiam uma fantasia e iam as ruas combater o crime. Houve duas gerações desses heróis: a primeira chamada de Minutemen e a segunda de Vigilantes, que deixa de existir por conta de uma lei que surgiu após uma grande greve da policia que se revolta vendo os esses heróis tomarem seu trabalho. Isso força a todos se aposentarem, exceto o Comediante e Manhattan que agora trabalham para o governo, enquanto Rorscharch age ilegalmente. Dai que começa a estória, com o assassinato do Comediante, levando Rorscharch a criar uma teoria de "matador de mascarados".

Os personagens são carismáticos, principalmente o Comediante que tem uma importância enorme na trama. Até os apáticos como o Manhattan e o Veidt acabam conseguindo atrair afeição. Na HQ ocorrem umas estorias paralelas que acabam se ligando com a estória central no final, mas elas foram ignoradas no filme (até pela questão da duração do mesmo). Apesar disso, alguns desses personagens ainda estão ali e fazem breves aparições no filme.

Apesar de diferente em alguns aspectos da narrativa, o filme não deixa de ser fiel aos quadrinhos. Juntamente com O Corvo, ouso a dizer que é um dos filmes que mais é fiel a quadrinho o qual foi baseado. A trilha sonora desse filme é uma das melhores que já vi na vida! A vestimenta dos personagem, o ambiente, o cenário... Tudo é muito bem feito e cativante.

Labyrinth (1986)

Eu gosto do David Bowie. Não me sinto fã o suficiente para dizer algo a mais, apenas admiro o trabalho do cara. Depois de tanto ouvi falar desse filme dele finalmente tomei vergonha na cara para ir assistir. Só que o plot é muito fraquinho, bem filme de Sessão da Tarde.

A estória focado na Sarah, uma moça que lê romances medievais e vive mergulhada dentro deles. Um dos motivos disso é fugir da realidade, já que o pai vive em um segundo casamento e eles tem um filho o qual volta e meia ela banca a baba contra a vontade, fazendo detestar o irmão. Certo dia enquanto fazia o papel de babá, irritada pelo choro do irmão, ela chama o rei dos globbins e oferecer o irmão bebê a ele de "brincadeira". Jareth aparece de verdade, fazendo misturar a realidade com a fantasia. E para salvar o moleque ela vai ter que vencer o labirinto que envolve o castelo do rei dos globbins. Enquanto isso Jareth se apaixona por ela and shit.

Roteiro fraquinho, efeitos especiais meia boca (Os bonecos parecem aqueles do TV Colosso. Mas isso é esperado para época, anos 80), alguns musicais ocorrem durante o filme. Porém é um filme bastante divertido e não é muito longo (uma hora e 15 de duração). Boa parte dos musicais são todos de autoria do Bowie, tanto que o CD trilha do filme é feito por ele e o Trevor Jones.

Monster House (2006)

Esse filme assisti na verdade por uma necessidade. Precisava comparar a estória de um livrinho da universidade com alguma coisa e me lembrei desse filme que tinha uma estória parecida. Já tinha visto minha sobrinha assistir esse filme, mas nunca parei para assistir eu mesma, apesar de gostar muito desse tipo de animação em CG.

A estória é sobre um vizinho que não deixa ninguém se aproximar da casa dele, isso porque ela é "viva". DJ, Chowder e Jeanny, tiveram a infelicidade de descobrir na véspera de Halloween esse porém, depois dos garotos fazerem o veio infartar de raiva e ir parar no hospital. Outro filme de Sessão da Tarde (literalmente, já foi exibido lá and shit), mas divertido pra caramba. E outra coisa, pode até ser filme infantil... Mas me assustou pra caraio! Nos créditos tive um eargasmo: a musica que rola é o Halloween (Session) do Siousiex and the Banshees. Recomendado para assistir no Halloween.

Quadrinhos

Antes de tudo preciso dizer que manjo DE NADA de HQ. Não entendo dos 31534316545312 universos alternativos da DC e Marvel, não dou uma foda para eles. Li algumas coisas aqui por curiosidade e para tentar me inteirar e descobrir como é. Outros fui atrás porque gostava mesmo e queria ver como era a HQ. Quem estiver disposto a conversar mais sobre isso tem o espaço de comentários ai embaixo. Não espere analises complexas, como disse no começo do post. São opiniões rasas de uma pessoa que esta começando a conhecer HQs agora.

Os Bórgias

Freaking hell! Essa série já tinha lido antes na realidade. Mas nunca li completa, pois só tinha o volume 2 e 3. Faltava o 1 e o 4 e consegui todos recentemente. E toda a vez que leio essa série me lembro porque detesto os romanos e a cara de pau deles. Tá certo que as coisas aqui foram exageradas brutalmente, mas a hipocrisia deles continua a mesma (foi mal para quem gosta, mas isso aqui destrói todos os sonhos de idade media).

Não sou muito chegada a arte dessa HQ por todas as mulheres parecerem ter o mesmo rosto, só o que muda é a cor do cabelo (Kurumada feelings), mas o roteiro e o ritmo da história são muito bons, diga-se de passagem. São quatro volumes com mais ou menos 50 páginas que tem envolvem e dá para acabar num dia. E a estória pode ser interessante, mas é nojenta pra caralho. Não por conta das orgias e dos incestos, mas justo nesse contexto de busca por poder que engloba isso tudo. É interessante, mas não é a melhor HQ que já li.

O Corvo (Cidade dos Anjos e A Vingança 1997)

O Corvo é um filme maravilhoso que volta e meia minha turma desse semestre gostava de relembrar por causa do Brendon Lee. Poucos (ou nenhum) deles devem saber que na realidade o filme é uma adaptação dos quadrinhos. O Cidade dos Anjos, para ser mais precisa, onde até o cenário é o mesmo. Só as personagens e a estória que são diferente. Aqui Ashe volta dos mortos para vingar a morte do filho enquanto Sarah o ajuda nessa missão. Ela é uma tatuadora que parece ser sensitiva. Eles se apaixonam, mas não rola nenhuma bituca. O plot é semelhante ao do filme, mas é diferente em algumas coisas. A arte não é lá essas coisas, mas combina com o ambiente sombrio da série.

Por a série ter várias estórias diferentes sobre alguém que volta dos mortos para fazer justiça, não existe uma identidade fixa para o "Corvo". Dave do filme foi um, Ashe da Cidade dos Anjos foi outro. Em A Vingança o Corvo é Joshua, um mestiço de índio com branco que havia morrido há anos (aparentemente século XIX) e volta a vida nos tempos atuais para executar sua vingança contra a reencarnação de seus algozes. Vingança tem uma ambientação tão decadente quanto as outras versões da estória, porém não consegui me sentir tão presa a ela como em Cidade dos Anjos. Mas verdade seja dita, o traço do Vingança bem melhor do que o Cidade dos Anjos, menos cartunizado, apesar de ser completamente em preto e branco.

A Liga Extraordinária (Séc 1910)

Escrevi um artigo do qual me envergonho muito no meu antigo blog sobre essa série do Allan Moore e do Kevin O'Neil. Junto com Watchmen, considero a Liga como as melhores hqs que já li até agora, e gostava justo do fato de ambas serem breves. Mas vi que recentemente o Moore anda esticando a baladeira e fazendo algumas coisas sem noção no plot de ambas. Estou começando a criar ódio por esse velho que quando abre a boca só solta merda por essas e outras.

Essa estória se passa depois dos dois primeiros volumes da Liga no seculo XX, final da era Vitoriana e coroação do Rei Eduardo vindo. A Liga, que agora tem o Orlando, o filho do Quatermain que adora andar de braços dados com a Mina que não envelheceu nem um pouco (está imortal, tal como suspeitei desde começo), o vidente Carnacki e o ladrão Raffles são convocados porque surge uma ameaça de um suposto anticristo que ao surgir traria o mundo ao seu apocalipse. Porém com o andar da história vemos que tudo é papo furado e meio nada ver, ao mesmo tempo que temos Jenni, a filha do Nemo como sidestory (que na realidade ela é acaba se tornando a história principal).

Tem mais dois outros volumes da Liga além desses três primeiros. Os outros se passa em Londres dos anos 70 e 2009 e se interligam. O traço e a qualidade da narrativa continuam a mesma, só fica confuso por conta disso ai que citei acima, o que acaba gerando um grande LULZ no final. Pretendo ler a os outros dois volumes e o volume que é sidestory da Jenni e o the black dossie. É outra série que merece um post só para ela.

Ah, esqueçam a referencia Steampunk da série. É só nos primeiros dois volumes que se passam na era Vitoriana e morreu.

Marshall Law: Crime e Castigo (1991)

Na realidade o nome dessa hq me lembrou um sósia do Bruce Lee do Tekken e na minha cabeça imaginava que era uma hq de artes marciais. '-' Bem, na minha cabeça apenas...

Marshall é um ex-soldado, agora uma especie de policial especial que caça super heróis e os odeia profundamente. Pra eles, super heróis e um pedaço de lixo são a mesma coisa. Pra completar, certos heróis são encontrados em um hospício e são a cara dos Vingadores da Marvel, tanto psiquicamente quanto em poderes e aparência. E apesar de insanos, ele ainda tem certos "valores de heroísmo".

No final tudo é uma desconstrução do gênero de super herói. Essa é do tipo de hq que mostra uma critica ferrenha a essas estórias e se assemelha um bocado a Watchmen nesse aspecto. O próprio Marshall, assim como o Perseguidor são amorais, por exemplo.

A série é longa e pelo visto pesquei um volume aleatório para ler. A estória é meio sem noção a primeira vista, mas tem profundidade, é cruel e o ambiente é bastante futurista.

Marvel Comics Only

Agora vem algumas hqs aleatórias da Marvel que li. Como já disse lá em cima, não entendo porcaria nenhuma de HQ, li pela curiosidade e para saber do que se tratava. Aliás, foi difícil identificar data ou algum outro titulo que não fossem esses citados que poderiam dar mais detalhes das HQs.

Valquíria (Novembro de 2010)

Não sabia que ela existia, mesmo sabendo que a Marvel prefere focar Mitologia Nórdica nas Hqs (ao contrario da DC que escolheu a Grega). Certamente se tornou a minha heroína favorita (nunca tive uma super heroína que me simpatizasse para dizer a verdade. Escolher uma é algo tipo escolher uma princesa da Disney para as meninas). Mas minha simpatia pela Brunnhilde vai muito além do fato de ela ser uma valquíria.

O volume que peguei se passa num universo onde Loki ocasionou o Ragnarok e destruiu Asgard. Ela que morreu na ocasião certo dia volta a vida, incorporando em uma atendente de hotel que morreu fugindo de um cliente que queria estupra-la. A partir dai nos vemos diante as memorias do seu passado e o dilema atual de estar viva. Pelo final do volume deu a entender que tem continuação e que é provavelmente uma série somente dela, mas não encontrei muita coisa por ai para ler dessa serie especifica.

Mini Séries: Vampira (X Men)


Li três mini séries sobre ela: uma de 1999, uma de 2001 e outra mais atual a qual não consegui encontrar a data de lançamento. A mais antiga é uma sidestory que faz paralelo com uma mini série do Gambit, a qual Belladonna e Candra se juntam e armam uma armadilha para tentar se vingar da Vampira, sequestrando o namorado de infância dela que vive em coma. A de 2001 conta a história de quando a Vampira começou a morar no Instituto Xavier e como entrou para o time do X Men. A mais atual é outra sidestory que se passa depois do acontecimento da Vampira e o Gambit terem perdido os poderes e recuperado-os. Ela em uma das missões acaba indo para o Mississípi e encontrando um cara muito estranho com poderes oníricos.

A diferença de traço entre os três é gritante, é algo para se relevar por conta de terem sido três artistas diferentes que elaboraram as HQs. A que mais gostei foi justo essa mini série mais atual, tanto de arte quanto de roteiro. A mais antiga me pareceu um tanto bobinha e a arte não me agradou lá muito (lembra muito arte carton), mas não é desprezível num todo. A de 2001 tem umas belas capas que me lembraram um bocado as roupas da Vampire naquele desenho do X Men Revolution, mas a referencia só fica ai mesmo, porque a história é boa e comovente, com o tom "maduro" necessário.

X-Men - O Fim - Livro 03 - Homens e Mutantes

Não entendi direito a proposta desse universo dos X Men. O que deu a entender que são "livros" com universos paralelos onde mostrava uma especie de "fim do mundo" que estava ocorrendo e as consequências para isso... Sei lá (quem manjar pode explicar ai nos comentários). Não tive paciência para pesquisar direito sobre isso ainda.

A história é uma consequência de outras que ocorreram previamente. Xavier e Magneto vão a Shi'ar, uma galaxia distante, negociar para que não haja uma invasão deles a terra, tentando prevenir uma grande guerra que acabaria com o planeta. E a "excursão da paz" falha no final das contas. A arte é ok, mas não achei tão boa quanto aquela da Vampira mais atual que falei lá em cima. O roteiro também achei ok, e um tanto previsível parando para pensar agora.

Mangás

Thus Spoke: Rohan Kishibe

"Cai de para quedas aqui e entendi porra nenhuma" Eis um resumo da minha experiencia com esse mangá. Esse é o oneshot mais novo lançada pelo Araki que conta as sidestorys do Rohan. Nesse a secretária dele estava afim de alugar uma casa, onde na cabeça dela iria ajudar o Rohan a ter inspirações. Mas isso tinha tudo para dar errado.

O traço e o roteiro estão bem semelhantes ao do Jojolion. Quem teve a chance de ler a parte 4, sabe que as coisas eram muito diferentes. Naquela época o Araki agradava bastante aos leitores de shonen, mas agora o estilo dele esta bem recheado de mistérios, com poucos personagens retardados e menos pontas soltas (volta e meia ele ainda dá uns deslizes). Foi interessante ler, mas fiquei meio com a sensação de que as coisas não foram bem explicadas (ou foram e deixei passar batido).

Também deu a entender que tinha capítulos anteriores e tem mais outros por vir e não é apenas um único. Será isso mesmo?
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Foi muito longo... Mas isso foi porque falei de tudo que consumi no semestre passado e não percebi que era muita coisa. Pretendo fazer um post desses mestral ou bimestral para não ocorrer esse problema, certo?

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